Escolha a que corresponde à sua actividade
O sigilo profissional vem antes do conforto.
Um gabinete não se pode dar ao luxo de perder uma chamada, nem de a ver chegar à pessoa errada. Os dois problemas resolvem-se no plano de chamada.
O sinistro não conhece o seu horário de expediente.
Um mediador de seguros vive da sua disponibilidade, e as chamadas chegam em vagas: a tempestade do fim de semana, a inundação de domingo à noite.
Contactável a partir da obra, sem dar o telemóvel.
Numa obra, ninguém espera atrás de uma secretária que o telefone toque, e uma chamada de pedido de orçamento perdida é um orçamento perdido.
O serviço não se interrompe para atender o telefone.
Durante o serviço, ninguém está livre para atender. E, no entanto, cada chamada perdida é uma mesa vazia.
Um centro de contacto pilota-se pelo que se vê.
Um plateau de chamadas pilota-se pelo que se vê. A fila, o estado dos agentes e os números da semana estão na mesma interface que o resto.
Três problemas, seja qual for a profissão
As montagens diferem, os sintomas não. Quando retomamos uma instalação, são quase sempre os mesmos três pontos que voltam à superfície.
- A chamada que toca no vazio porque ninguém previu o que acontece ao fim de cinco toques
- A mensagem descoberta tarde demais, quando o cliente já ligou para outro lado
- O número que depende de uma pessoa, e que falha no dia em que essa pessoa está ausente
A sua profissão não está na lista?
Descreva-nos o seu dia típico. Diremos como o montaríamos, e se não formos a ferramenta certa, também o diremos.